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Três anos sem Rafaela Drumond: memória, luta e compromisso

  • há 1 dia
  • 1 min de leitura

Neste dia, o SINDEP relembra os três anos da partida da escrivã da Polícia Civil de Minas Gerais, Rafaela Drumond.


Desde o início, o Sindicato esteve ao lado da família, acompanhando o caso, cobrando a apuração dos fatos e defendendo que sua história jamais fosse esquecida.


A morte de Rafaela marcou profundamente a Polícia Civil e a sociedade mineira, tornando-se um símbolo da importância do cuidado com a saúde mental e do combate ao assédio no ambiente de trabalho.


Ao longo desses três anos, o SINDEP manteve seu compromisso com a busca por justiça e com a defesa de condições de trabalho mais humanas, seguras e respeitosas para todos os policiais civis.


Rafaela permanece viva na memória de familiares, amigos e colegas. Sua história segue inspirando reflexões e reforçando a responsabilidade das instituições em acolher, proteger e valorizar aqueles que dedicam suas vidas ao serviço da população.


Que sua lembrança siga sendo um chamado permanente à justiça, ao respeito e à preservação da dignidade humana.


Em caso de assédio, denuncie!


Assédio não pode ser tolerado. O enfrentamento começa com a denúncia e com o compromisso de todos na construção de um ambiente de trabalho seguro, respeitoso e digno.

 
 
 

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