Dinheiro para isenção bilionária tem. Para a segurança pública, não.
- 14 de ago. de 2025
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Nesta semana, o vice-governador Mateus Simões, afirmou que pagará a recomposição inflacionária se houver derrubada dos vetos ao Propag no Congresso.
Para valorizar a mão de obra da segurança pública, o Estado alega não ter recursos. Mas para conceder isenção bilionária a empresas, o dinheiro aparece. Minas Gerais abriu mão de R$4,7 bilhões em impostos para as locadoras, enquanto segue dizendo não ter condições de garantir a recomposição inflacionária aos policiais civis e às forças de segurança.
Em 2019, o governador Romeu Zema assinou acordo comprometendo-se a recompor a inflação em três parcelas: 13% em julho/2020, 12% em setembro/2021 e 12% em setembro/2022. O governo cumpriu apenas a primeira parte, deixando os servidores com calote e a inflação corroendo seus salários.

A inflação corrói salários, enquanto o governo prioriza isenção para empresas.



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