INVESTIGAÇÃOApós extravio de cerca de 200 armas em delegacia de BH, sindicato cobra central de custódia
- 12 de nov de 2025
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O presidente do Sindicato dos Escrivães da Polícia Civil afirmou que as armas não deveriam estar armazenadas na unidade policial
O extravio de cerca de 200 armas na 1ª Delegacia do Barreiro, em Belo Horizonte, investigado pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), reforça a necessidade de criar centrais de custódia no estado, segundo o presidente do Sindicato dos Escrivães (Sindep), Marcelo Horta. Ele defende que materiais apreendidos em ocorrências, como armas e drogas, sejam mantidos em locais específicos para guarda e controle de vestígios criminais, e não nas delegacias.
“Para o sindicato, a questão central a ser debatida é a falta de observância da cadeia de custódia dos vestígios criminais. Essas armas não deveriam estar acauteladas naquela unidade policial, e sim em uma central de custódia. O pacote Anticrime estabeleceu essa medida em 2019. Já se passaram seis anos e, até agora, armas e drogas continuam guardadas em delegacias, sem o devido cuidado”, afirmou em posicionamento.
A central de custódia seria uma unidade da Polícia Civil responsável por armazenar com segurança vestígios de crimes de forma lacrada e identificada, além de rastrear sua posse e manuseio desde o reconhecimento até o descarte. De fato, a Lei nº 13.964/2019 (Pacote Anticrime) estabelece que armas, drogas e outros objetos apreendidos fiquem em locais controlados, mas não proíbe expressamente que esses lugares sejam delegacias.
Para o presidente do Sindep, Marcelo Horta, no entanto, a criação de uma central de custódia poderia ter evitado o extravio das centenas de armas da 1ª Delegacia do Barreiro. “O sindicato tem lutado há muito tempo para mudar essa realidade. Infelizmente, a Polícia Civil avançou pouco nessa frente. É preciso investir e evoluir muito mais para resolver o problema e garantir a proteção dos vestígios criminais apreendidos”, afirmou.
A central de custódia seria uma unidade da Polícia Civil responsável por armazenar com segurança vestígios de crimes de forma lacrada e identificada, além de rastrear sua posse e manuseio desde o reconhecimento até o descarte. De fato, a Lei nº 13.964/2019 (Pacote Anticrime) estabelece que armas, drogas e outros objetos apreendidos fiquem em locais controlados, mas não proíbe expressamente que esses lugares sejam delegacias.
Para o presidente do Sindep, Marcelo Horta, no entanto, a criação de uma central de custódia poderia ter evitado o extravio das centenas de armas da 1ª Delegacia do Barreiro. “O sindicato tem lutado há muito tempo para mudar essa realidade. Infelizmente, a Polícia Civil avançou pouco nessa frente. É preciso investir e evoluir muito mais para resolver o problema e garantir a proteção dos vestígios criminais apreendidos”, afirmou.



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